Livro

Esta obra vem explicar que a democracia ocidental morreu, que vivemos uma ditadura disfarçada de democracia.

O politicamente correcto, a política da inevitabilidade e da opção única vieram acabar com a democracia, por não permitirem uma verdadeira escolha.

Esta é a razão do crescimento do novo nacionalismo, uma ideologia que, ao contrário do que a comunicação social pretende fazer crer, é não-radical, não-racista, não-xenófoba e não-homofóbica e que se tem revelado como única alternativa real a esta ditadura da unanimidade e de pensamento único, imposta pelas instituições internacionais.

Uma ditadura que tem por objectivo último o desaparecimento das fronteiras, quer políticas, quer culturais, criando, assim, um mercado único com um povo único, com uma cultura única (ou a falta dela) por ser economicamente mais eficaz.

O novo nacionalismo, pelo contrário, defende as nações, as suas fronteiras, as suas culturas, a sua soberania e a independência da sua economia.

Este vai ser com toda a certeza o combate político do século XXI, o confronto entre o novo nacionalismo e o internacionalismo ultraliberal que quer ditar o fim das nações.

AUTOR

Esta obra vem explicar que a democracia ocidental morreu, que vivemos uma ditadura disfarçada de democracia.

O politicamente correcto, a política da inevitabilidade e da opção única vieram acabar com a democracia, por não permitirem uma verdadeira escolha.

Esta é a razão do crescimento do novo nacionalismo, uma ideologia que, ao contrário do que a comunicação social pretende fazer crer, é não-radical, não-racista, não-xenófoba e não-homofóbica e que se tem revelado como única alternativa real a esta ditadura da unanimidade e de pensamento único, imposta pelas instituições internacionais.

Uma ditadura que tem por objectivo último o desaparecimento das fronteiras, quer políticas, quer culturais, criando, assim, um mercado único com um povo único, com uma cultura única (ou a falta dela) por ser economicamente mais eficaz.

O novo nacionalismo, pelo contrário, defende as nações, as suas fronteiras, as suas culturas, a sua soberania e a independência da sua economia.

Este vai ser com toda a certeza o combate político do século XXI, o confronto entre o novo nacionalismo e o internacionalismo ultraliberal que quer ditar o fim das nações.

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