Carlos Manuel Bernardo dos Santos, nascido em Carregado, concelho de Alenquer, distrito de Lisboa.
Licenciado em Direito, pela Universidade de Lisboa. Escreve essencialmente prosa, mas tem publicado em colectâneas, o poema “Poema Insano” e um texto em prosa, “Ceres”.
Funcionário público aposentado, enquanto Director de Serviços. Tem grande paixão pela História, tanto nacional, como mundial.
Considera-se um espírito eclético, com múltiplos interesses, nomeadamente na política, na geopolítica e na literatura. Leitor inveterado, compulsivo talvez. A escrita surge como o corolário lógico das suas multivariadas leituras de autores portugueses e estrangeiros. “Javesh” é uma incursão sua na escrita, consequência prática desse corolário.
Assume-se como um espírito da Renascença e desse modo faz sua a frase de Terêncio, (Publius Terentius, dramaturgo romano do séculoII AC): “Sou humano e nada do que é humano me é estranho”. Europeísta convicto, filho de Atenas e Roma, partidário de uma qualquer forma de uma real união política dos países europeus, condição que pensa ser essencial à sobrevivência da Europa.
Usa o pseudónimo “Carlos São Bernardo”.
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