Jorge Martins nasceu em 1957, em Lisboa, onde viveu até 2009, data em que se mudou para Mafra, onde reside ainda hoje.
Desde muito novo que gostava de escrever. Aos onze anos, ganhou o segundo prémio de contos de Natal da Mocidade Portuguesa.
Aos catorze anos, quando estava no segundo ano do Curso Geral do Comércio, influenciado por um colega e amigo, escreveu «Atlântida – A Descoberta», cujo manuscrito ficou guardado durante seis anos. Em 1977, encontrou o manuscrito e lembrou-se de escrever a continuação da história, a que chamou «Atlântida – O Renascimento», mas uma mudança de emprego deixou a história a meio.
Começou a trabalhar com de-zasseis anos em contabilida-de, área em que trabalhou até 2012, quando se reformou. Durante toda a vida activa, a escrita resumiu-se a direc-tivas, manuais, relatórios de getão e alguns poemas que foi juntando ao longo dos anos.
Encontra-se ligado ao teatro desde 2014, tendo assumido a responsabilidade pelo grupo de teatro de uma universidade sénior em 2019. Desde então, escreveu algumas peças, prólogos e entreactos, encenou e dirigiu nove peças em palco e mais seis radiofónicas.