O Detetive Alfacinha em: O Mistério da Padaria conta a história de um miúdo lisboeta de dez anos de idade, que tem o desejo de ser detetive. Ele adota o nome de João John Alfacinha, quando se encontra em ação, a desvender casos misteriosos. Alfacinha é a alcunha dos nascidos em Lisboa. A sua característica marcante de detetive é usar, em vez de um lenço no bolso do peito no seu fato, uma folhinha de alface. Este miúdo é admirador do famoso navegador e explorador português Vasco da Gama. E, como Vasco da Gama, nas suas viagens, descobria terras e povos diferentes, o pequeno detetive alfacinha inspira-se nele para desvendar mistérios, não dos mares, mas da grande cidade de Lisboa. Após alguns casos frustados, o detetive Alfacinha não desiste e, com ajuda do seu amigo Fofinho, um porquinho-da-índia, ele soluciona um caso intrigante que se passa na padaria do senhor Pacheco, situada no famoso bairro de Belém, em Lisboa, mas para isso foi preciso ter muita coragem e que o pequeno detetive se disfarçasse de saco de farinha de trigo e o seu porquinho-da-índia de pastel de Bélem.
Elisete Santos Macedo nasceu a 5 de janeiro de 1975, na cidade de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, Brasil, e desde a sua infância que se interessou pela escrita. Aos 12 anos de idade escreveu uma peça teatral incluindo 22 personagens do famoso escritor Monteiro Lobato. Foi diretora da cultura na associação de estudantes da Escola Secundária António Cristino Cabral, onde estudava, sendo assim responsável por escrever uma peça teatral para as principais datas comemorativas do calendário civil. Quando criança, sempre desejou ser escritora, mas também cientista, escultora, detetive, desenhista e até astronauta. Depois de terminar o doutoramento em Biologia Molecular pela Universidade de Évora, encontrou tempo para investir nos seus contos e apresentar ao mundo os seus primeiros trabalhos como escritora. Amante da vida, da Natureza, da ciência, das crianças e dos animais, vive em Évora, Portugal, há 13 anos. Nos seus contos optou por utilizar o pseudónimo “Cicinha Feliz”, em homenagem à sua querida mãe, que tem como alcunha “Cicinha”. A autora tem como objetivo divulgar a cultura portuguesa; assim, os principais personagens nos contos são tipicamente portugueses.