Octopus não escolhe género ou sexo, não escolhe etnia ou a cor da pele, nem o nível económico.
Não escolhe os ricos ou os pobres, os bonitos ou os feios, simplesmente chega sem avisar e arrasta qualquer um para uma marcha de morte impiedosa, que desafia o teu ser a lutar pela vida.
Os seus tentáculos são muito poderosos, têm a sua própria força e determinação, mas octopus esqueceu-se que o ser humano ergue a cabeça e luta pela sua vida até ao fim. Quando se trata da sua própria sobrevivência, a sua fé pode mover montanhas.
Clara deixou-o entrar sem saber. Sem sentir. Sem dor. Não fazia a mais pequena ideia do que se iria passar.
Por vezes num simples piscar de olhos, quando menos se espera, algo que nunca planeamos ou imaginamos acontece.
Para onde nos vai levar? Essa é a viagem em busca da luz. Lamentavelmente para encontrar a luz somos forçados a passar pelas mais terríveis e profundas trevas. Pelo menos foi assim para mim.
LUTA CONTRA O CANCRO DA MAMA
ACREDITA, TEM FÉ E NUNCA DESISTAS...
Maria José Mesquita Albardeiro Fanha nasceu a 4 de Março de 1969, de nacionalidade portuguesa e natural de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa.
Na sua vida encontram-se vincadas as raízes Alentejanas, fonte da sua inspiração, uma vez que a escrita foi sempre a sua grande paixão.
O seu percurso de vida, profissional esteve inteiramente ligado, durante alguns anos à parte administrativa (secretariado) de empresas privadas.
Só mais tarde descobriu um grande interesse pessoal pelo estudo da mente e pelo comportamento humano, factores esses que a entusiasmaram e a levaram a ingressar na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, cujo mestrado frequenta actualmente.
Foi devido a esta nova aprendizagem e aos novos conhecimentos então adquiridos, acerca das reacções humanas, que a inspiraram a escrever esta primeira ficção.