Fizemo-nos ao mar em dia de tempestade
Correntes de tinta, da escrita efémera
Perdeu a mão que sustinha a pena
Perdeu-se a mão, não a obra eterna
Natural de Lisboa, mestre em Educação pela Arte é professora de Dança, mas a escrita e a pintura sempre a acompanharam como Hobbys. Durante o primeiro confinamento, a incerteza foi algo que atormentou. Este livro de poemas e textos é um diário desses tempos e refletem os pensamentos e a analise do mundo.