Esta é a primeira publicação do Autor, cujos poemas mais não são do que uma espécie de espelhos mágicos, refletindo imagens em que o leitor facilmente se revê, seja no quotidiano das suas conexões sociais, seja na interseção das suas próprias perceções e sensações.
Na génese, são verdadeiros poemas que impelem o leitor ao despertar da consciência e, consequentemente, a uma autorreflexão e introspeção, quiçá, conducentes a uma autorreinvenção.