Livro

"Arrojo e indignação são os sentimentos que gravitam à volta da poesia de António Branquinho, mas que de nada valeriam se a eles não se lhes juntassem o brilhantismo, a criatividade e o rigor da redação poética.

Por mares “muito pouco" navegados, vai António Branquinho neste soberbo trabalho, resultado de um projeto ambicioso, que acabou dividido em duas partes. Na primeira, eleva-se ao máximo Portugal, os portugueses e a Alma Lusitana. Na segunda, o autor desdobra-se em poemas diversos, mas unidos por uma organização e estrutura de um modo quase académico, das estéticas e métricas da arte poética."

 

AUTOR

António Manuel Branquinho Lavinha nasceu na Amareleja, concelho de Moura, em março de 1964.

Tem duas paixões na vida... O FADO e a POESIA.

Ainda de tenra idade, cultivou o gosto pelo fado, quando ouvia seu pai a cantar nas inúmeras tabernas de então.

Nos anos 80, andou "na noite" com amigos a cantar em vários restaurantes e retiros (como O Gamboa, O Curral, Noites de Luar, etc.), todos já desaparecidos. No entanto, sempre teve aptidão para a escrita, terminando os seus estudos, de Português, História e Filosofia, no ano de 1992. No ano de 1993 casou. Dois anos depois, uma semana antes da sua única filha nascer, organizou uma tertúlia fadista, convidando o elenco do restaurante do Rodrigo, como fadista Berta Maia, e guitarra e viola, António Parreira e Guilherme Carvalhais. O "bichinho" ficou adormecido até 2009, quando começou a frequentar uma coletividade de fado amador, onde conheceu vários fadistas e instrumentistas, que iria convidar quer para a gravação do seu CD de fados tradicionais (2010) quer como organizador de noites de fado no restaurante "O Infante", em Odivelas, onde no espaço de um ano teve no elenco instrumentistas como: Pedro Ferreira, Nelson Aleixo, Pedro Soares, João Ramos, Luís Ribeiro, Paulo Feiteira, Flávio Cardoso, Manuel Magno, Luciano Matos, etc... e colegas fadistas: João Paulo Almeida, Augusto Jorge, José Casanova, Nuno Manuel, Elsa Casanova, Mafalda Taborda, Ana Semedo, Flora Silva, Carla Arruda, Carla Sofia, etc... e deu oportunidade a jovens promessas: o guitarrista de 13 anos Micael Gomes, e a jovem fadista, com 12 anos, Diana Vilarinho, recebendo os seus primeiros cachets.

Começou a criar poesia a sério, aquando da gravação do seu CD, já com letras da sua autoria. Atualmente já possui mais de três centenas de poemas nunca editados. Deu esse passo agora, com chancela editorial, reunindo poemas destes quatro últimos anos, resultando nesta excelente obra poética "Travessias de Descoberta".

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