«Entre um café mal tirado e uma rua vazia ao fim da tarde, o mundo inteiro se revela – basta alguém querer escutar.»
Este é um retrato íntimo da vida quotidiana, onde o banal se torna revelação. Escrito na primeira pessoa, é a imagem de um presente que se alonga no passado e se projeta no futuro, enobrecido por carinhos ou desamores, desejos e aspirações.
O protagonista é um jovem, vive o seu dia a dia um tanto ou quanto contrariado pela realidade, habitante de uma solidão promissora – uma solidão que o impele a pensar, a questionar, a transformar-se.
Mais do que uma narrativa, O Fim da Primavera (da vida) é o livro de uma transição: da despedida da juventude ao abraço da madurez. É um escrito cheio de memória e inquietação, onde o protagonista se dá por inteiro, e onde cada leitor poderá reconhecer o eco da sua própria busca.
Rúben Dias
Marco António Marinho Magalhães natural da pequena localidade de Celorico de Basto, e cresceu no seio de uma família simples, muito diligente no que toca à educação e formação.
Nos primeiros anos de vida, es-
tudou na escola local, vindo posteriormente a ingressar no Seminário de Nossa Senhora da Conceição e no Colégio Dom Diogo de Sousa, em Braga, onde recebeu uma formação cultural ampla.
Assume a música como comple-
mento educacional, tendo recebido formação na Academia de Música José Atalaya, e na Banda Filarmónica de Santa Tecla, duas instituições locais de referência no tocante à formação musical.
Depois de um ano sabático de-
dicado a refletir sobre o seu futuro académico e profissional,
decidiu licenciar-se em Relações Internacionais, na Universidade do Minho.
Uma entusiasmante dedicação à leitura e à reflexão espoletou o gosto pela escrita e a inspiração para a criação deste seu primeiro livro.